"Eu gostaria de abraçar o mundo inteiro em uma rede de caridade"
António Frederico Ozanam

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Os filósofos sempre com dúvidas!

Eu defendo a Deus
(e não apenas falando)

Dialogava um dia com meu amigo, o filósofo, um não crente, Norberto Bobbio. Ele me diz: "Mas onde está Deus? Se ele permite que as guerras, terremotos, fome, onde está? ". 
Diante de uma pergunta que eu me vi defendendo a Deus.
Posso fazer uma reflexão? 
Certamente!
"A guerra: é culpa de Deus ou o homem? 
Fome: a culpa é de Deus ou o homem? 
Os acidentes rodoviários: a culpa é de Deus ou o homem? 
Assim, por um terremoto: a culpa é de Deus ou o homem? 
Se o homem fez tudo do seu lado e iria construir casas como a técnica ensina, talvez o dano seria mínimo. O homem tem em si a inteligência para construir mesmo em áreas sísmicas, mas com uma sabedoria diferente.? Sim ou não ". 

Deus disse ao primeiro homem: "O bem e o mal estão dentro de você, mas o mal está de cócoras". Mas se o homem usa todo o seu abandono a Deus para fazer da oração o fôlego, ele pode entender que a escuridão é travada apenas tornar-se luz. 
Dentro de cada um de nós há um gemido indescritível que conduz a Deus, mas o homem pode sufocá-lo de muitas maneiras: com o self, com paixões, com batota. “Enlouqueci” de alegria quando li no Evangelho de João das palavras de Jesus quando diz que podemos fazer as coisas que Ele fez. Na verdade, podemos torná-lo maior. Quando essa verdade ela entrou dentro de mim e eu obtê-lo, caí de joelhos e minha oração tornou-se implacável, "Meu Deus, meu Deus ...." 

Se entendermos isso, o mundo vai mudar. O homem vai amar a natureza e porque não o violentará, o homem perdidamente apaixonado o outro como ele gostaria de ser amado. E haverá Deus, "Mas o homem – disse eu ao meu amigo, o filósofo:
- Deve fazer toda a sua parte, gastando sua inteligência para o bem". A mesma inteligência - infelizmente, nem sempre usado para o bem - eu tenho visto em "mísseis inteligentes", aqueles capazes de atingir um alvo a partir de milhares de quilômetros de distância. Se tudo isso aconteceu em outros campos, o mundo seria diferente. 
O homem então faz a sua parte e só então pede a Deus:
- Onde você está? O homem começa a dissolver todos os "porquês" que dependem dele antes de perguntar "Porquê?" Para Deus.
Só então poderemos obter as perguntas que são importantes.  "Deus, onde estás?". Se formos sinceros, Ele vai mostrar. Se só vamos usar palavras, fica em silêncio.

Ernesto Olivero 
In 
"Avvenire"
Trad.: Rui Jorge Martins 
Publicado em 30.08.2016


nota: os filósofos sentem sempre duvidas quanto diz respeito aos Dons de Deus. Homens de uma inteligência extraordinária que; "foi dada pelo mesmo Deus, o Dom total" que hoje, amanha e ontem sempre põem duvidas.
Eu diria « homens extraordinariamente inteligentes mas de pouca fé» 

Sem comentários:

Enviar um comentário